Os bastidores reais da operação que fez R$ 3,1 milhões em 90 dias. E também o mês em que ela perdeu R$ 178 mil.
Em maio, a gente colocou R$ 75 de anúncio num produto de figurinhas personalizadas por IA. Em 27 dias virou o primeiro milhão. Em junho, o mundo: 51 países. Em julho, o tombo. Talvez você tenha acompanhado essa jornada pelo nome que ela ganhou: Projeto Milhão. Essa página é o resumo. A live é onde tudo abre por inteiro.
O primeiro milhão. Produto de R$ 12,90, PIX em 92% das vendas, tráfego barato. O mês que todo guru mostraria.
A receita dobra. A margem não. 21.965 pedidos no México, 5.184 na Espanha. Escalar pro mundo custa, e ninguém mostra o preço.
O mês que não vai pro palco. O ciclo da oferta acabou, o tráfego continuou. O prejuízo mais educativo que você vai ver este ano.
O que tornou isso possível não foi orçamento: foi inteligência artificial. A IA gerava um produto personalizado por cliente, em segundos, no idioma dele.
Um único time. Uma única máquina. Vendendo em euro, peso, libra, coroa e real, enquanto a gente dormia num fuso e o dinheiro entrava em outro.
Cada ponto laranja é um país com venda registrada. As rotas saem do Brasil. Dados reais do painel. Arrasta pra girar.
O que escalou de verdade e o que custou caro. Você vê os dois pra acertar mais rápido e errar mais barato.
Na live, os dois lados abrem com o valor exato: o que cada acerto rendeu e o que cada tiro custou.
Os painéis logados, ao vivo — cada venda rastreada no UTMify. A fonte na tela, não um print.
R$ 12,90 → 240 mil vendas: quiz viral, IA por cliente, bumps no ticket.
México, Espanha, Alemanha… e o custo real de escalar pro mundo.
Bans, IA sem freio, entrega travada. Cada erro com o preço em reais.
O que sobrou DE VERDADE depois de ads, taxas, impostos e equipe.
A operação 2.0, desenhada com cicatriz.
O resto, a planilha inteira, abre na live.
Em 2026, Heros deixou esposa e filho em casa e foi pra São Paulo com uma missão: faturar R$ 1 milhão com IA. Batizou de Projeto Milhão e documentou tudo, em tempo real, com a cara na câmera. A missão virou R$ 3,1 milhões em 90 dias, 51 países e uma placa na mesa.
Enquanto muito curso por aí nunca viu R$ 100 mil, essa história tem painel pra provar cada linha. E as partes que não cabem numa placa abrem na live.
Quem acompanha conhece a parábola
Queria a lua. Apontou pro impossível e embarcou primeiro.
Desenhou o voo. A rota, os números, o mapa do vento.
Construiu o balão. Peça por peça, até o motor girar.
O balão existiu de verdade. Na live, a gente abre o motor dele.
A jornada está documentada: a missão · o dream team · o depois
Entrou, assistiu e achou que não valeu os R$ 97? Um e-mail e a gente devolve. Sem formulário de retenção, sem "mas". A gente abre até o prejuízo da operação. Não ia complicar um reembolso.
No topo da montanha, o Louco subiu no balão, olhou pra trás e perguntou: vocês não vêm?
A lua é uma bola de queijo grande demais pra comer só.
Caixas-pretas de verdade são laranja. Existem pra ser encontradas.